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Somente o trabalho que surge de uma compulsão interior pode ter significado espiritual.

Walter Gropius

Carioca, em São Paulo há 12 anos, Thiago cursa o 8° semestre em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Por esta instituição realizou um intercâmbio de seis meses na Espanha e desenvolveu uma iniciação científica nota 10 com bolsa de pesquisa. Durante este período se aprofundou em temas como estruturas de madeira, design industrial, restauração arquitetônica e paisagem. Antes da arquitetura, contudo, estudou brevemente engenharia química na FEI, onde obteve um destaque acadêmico e premiação internacional através da instituição AICHE-FEI. 

EXPE
RIENCE

estagiário

Figueroa Arquitetos Associados 

_2º Prêmio Concurso Nacional Sesc de Arquitetura: Sesc Galeria
_Participação: Concurso Nacional Sesc de Arquitetura: Sesc Mogi 

​_Participação: Concurso Nacional de casas All Resort

​_Participação: 3 PROACS para o estado de São Paulo

​_Visitas à obras

​_Modelagem 3d

Lucas Jimeno Dualde (Director of Interior Design at Isay Weinfeld)

_Produção de peças gráficas para publicação (Archidaily e Deezen)
_Projetos executivos de móveis e arquitetura

_Visitas à obras ​

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Belém, Pará, Brasil
Architecture Competitions
2025

Equipe
Thiago Corrêa Guimarães
Arthur Cantanhede
Danilo Totaro

The Conference of the Parties (COP) is meant to be a space for discussing and building global environmental policy to prevent the planet’s rapid decline. Yet this COP is riddled with contradictions from the moment of its inception. One in every 25 participants at COP30 in the city of Belém, Brazil, is a fossil fuel lobbyist. Companies with a long history of environmental crimes and megaprojects that violate Indigenous and traditional communities’ territories are openly sponsoring the event to gain visibility and influence, and to actively dictate the direction that climate action may take. In their view, there is only one possible direction: the one in which they keep making money. This is the kind of COP taking place in the middle of the Amazon rainforest. This temporary manifesto exists as a reminder of what cannot be forgotten. 

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Água Branca, Sp, Brasil
projeto VIII
2025

A grande reflexão projetual que estruturou todo pensamento foi: Qual o papel da biblioteca na Urbe contemporânea?
A biblioteca na contemporaneidade não é apenas um depósito de livros, mas um espaço público vivo, de encontro e de disputa simbólica. Seu papel social é garantir o acesso democrático ao conhecimento, atuando como lugar de aprendizagem contínua, convivência comunitária e redução das desigualdades. No plano simbólico, a biblioteca preserva a memória coletiva e dá visibilidade a vozes historicamente silenciadas, funcionando como guardiã da pluralidade cultural. . É fundamental que ofereça espaços de leitura coletiva e individual, mediação cultural, programas de incentivo à leitura e à escrita, além de profissionais preparados para orientar, escutar e construir pontes entre diferentes mundos de saber. Assim, a biblioteca contemporânea se configura menos como repositório e mais como um território de circulação, criação e disputa de sentidos.

Asturias, Espanha
Proyecto para Estructuras de Madera
2023

A ideia principal do projeto tem suas bases em sua necessidade, ou seja, uma escola juvenil de esporte ativo em um parque natural, onde a convivência com duas ruínas existentes é de vital importância. Focado no respeito pelas ruínas e na conexão entre os jovens e a natureza, o projeto é disposto como um pavilhão com um jardim central que abriga as ruínas, que funcionam como sala de aula. A altura da cobertura do pavilhão e o novo projeto das ruínas respeitam a altura original e a escala humana, sendo a cobertura das ruínas ligeiramente mais alta para que não percam valor. O espaço coberto do pavilhão promove três aspectos importantes: a possibilidade de um espaço multicultural, refúgio para banheiros e depósitos, além de estacionamento para bicicletas. Devido à sua permeabilidade, permite a circulação de ar e a longevidade da madeira.

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Mogi das Cruzes, Sp, Brasil
projeto VI
2024

O projeto usa aberturas cruzadas e circulações perimetrais para conectar fisicamente e visualmente os espaços. Dois pátios separados por um volume central oferecem um refúgio verde, enquanto a cobertura do comercial promove um espaço público de qualidade.Para que haja conexão, de olhar, caminhar, pensar e pessoas, a arquitetura não deve determinar e restringir, mas sim criar indeterminações e incertezas, pois uma vez que o escopo se abre oqualquer um pode jogar e abrir novas possibilidades. Isto é conectar, não é apenas sobre conectar espaços, mas também sobre conectar pessoas e como fazê-las ocupar o espaço.

Busua, Gana
Concurso Internacional ARCHSTORMING
2022

Equipe:
Thiago Corrêa Guimarães

Arthur Cantanhede
Aramis Dallari
Lucas Monteiro

A ideia do projeto tem seus moldes em conceitos-chave, como a permeabilidade da vista, interculturalidade, comunicação, modularidade e longevidade do projeto. Foi projetado de forma que todas as atividades pudessem ser observadas a partir do centro, tornando o projeto um espaço vivo que promove conversas informais, fortalece laços e cria um ambiente fácil de aprender. A modularidade e a longevidade também foram levadas em consideração; foi necessário idealizar soluções para a construção em etapas, pensando em módulos e uma narrativa construtiva que fizesse sentido, mas ainda permitindo planos de longo prazo para a área.

A materialidade pensada para o projeto está ligada a materiais locais, baratos e de fácil construção, permitindo uma linha de construção comunitária, facilitando e tornando o processo mais rápido.

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